Ninguém dá conta

Por admiração e amor, jamais tentaria escrever como meus autores preferidos porque os considero únicos, insuperáveis.
Por rejeição, jamais me dedicaria a procurar novas formas apenas por serem novas, destituídas de significação e conteúdo.
Tampouco gostaria de repetir o que já foi feito.

Os grandes autores nos ensinam, quer por admirá-los e amá-los, quer por rejeitá-los.
(Sim, é certo que rejeitamos grandes autores: ninguém dá conta de amar todos eles.)

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