O abundante Jorge

Fui ver a exposição do Jorge Amado no Museu da lingua Portuguesa.

Apesar de escura, é bem pequena – como eu gosto – e inventiva como em geral são as montagens da Bia Lessa. Dá bem conta do recado e da abundância desse escritor de altos e baixos, injustiçado pela crítica. Me fez sair de lá querendo relê-lo e relembrando os bons momentos que seus livros me fizeram passar na adolescência.

Li “Gabriela, Cravo e Canela” escondendo debaixo do colchão o exemplar tirado da biblioteca do meu pai.

Que tempos aqueles quando alguns livros eram proibidos!

Quando vou falar para turmas de crianças e adolescentes, gosto de mencionar essas coisas que, tenho quase certeza, eles acham meio incompreensíveis.

Mas por hoje é só porque tenho muito trabalho pela frente.

 

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