Um anfitrião

Ainda do Abel Barros Batista, na mesma entrevista a Miguel Conde:

“O livro está à espera, é anfitrião. Não nos impõe condições. Aceita qualquer um, imbecil ou não. Aquilo que define a literatura é uma utopia, uma ideia generosa de partilha entre as diferentes pessoas do mundo que leem livros. A ideia de humanidades é a ideia de fazer amigos através dos livros.”

A ideia do livro como anfitrião é ótima.
Penso na consequência: a alegria da festa – ou a tristeza quando os convidados não comparecem.
Daí que é melhor fazer um festão de vez em quando do que muitas festinhas, certo?

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