Padrão freudiano

Li “Freedom”, do Jonathan Franzen, pelo qual a crítica norte-americana andou toda entusiasmada.
Gostei do livro, mas não me encantei. Felipe gostou mais.
Uma das coisas que me deixou um pouquinho irritada foi o fato de ser freudiano demais: seus personagens sempre fazem suas opções “contra” os pais.
É o padrão com o qual ele trabalha e, como todo padrão, limitado.

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