Isabel, a princesa

Estou terminando de escrever um monólogo da Princesa Isabel. Não por moto próprio mas a pedido do Márcio Souza, para o Teatro do TESC, de Manaus.

Não me emocionava muito com ela e no começo não me animei. Mas quando acabei de ler sua biografia, achei-a simpática. Há certa coerência nos seus atos de mulher comum que me pegou. Apesar da carolice. Foi muito filha, muito esposa, muito mãe, muito avó. Mas capaz de agir quando a História exigiu que a agisse.

E me conquistou quando disse: “O que realmente me admirava era que os escravos já não tivessem fugido todos!”

E isso: “Se a Abolição foi a causa da queda do Império, não me arrependo; considero que foi digno perder o trono por ela.”

 

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